Protagonismo brasileiro em soluções sustentáveis e produção de energia limpa levam empresas chinesas a buscar soluções no país.

Por Felipe Scofield e Renan Gammaro

O Diretor do Instituto ECOA PUC-Rio, Rafael Nasser, valoriza a articulação de universidades, centros de pesquisa, empresas e representantes do governo dos dois países. A PUC-Rio busca posicionar-se como facilitadora de conexões que possam gerar frutos concretos a partir de realizações que promovam um diálogo internacional. Desde 2011 a PUC-Rio, por meio do Instituto Confucius já busca essa rota do conhecimento com os chineses. No ano de 2025 o campus recebeu outros cinco grandes eventos que celebraram a cultura chinesa, além da visita de membros da PUC à China.

“Conhecer o outro, compreender suas prioridades e desafios, identificar sinergias possíveis – tudo isso é parte essencial de qualquer relação internacional pautada pela confiança e pelo propósito comum”, enfatiza Nasser.

O Rio, apesar de não ser a maior economia do Brasil, é um local que internacionaliza ideais, segundo o presidente do Conselho Empresarial Brasil-China, Luiz Augusto. A cidade é um ponto de encontro para pesquisadores e lideranças de setores de inovação tecnológica. Petroleiras chinesas como a Sinopec estão no Rio desde 1997 e elaboram pautas e parcerias de desenvolvimento com a Petrobras.